SESI mais Saúde - Vacinar é proteger, é cuidar, é amarSesi mais Saúde - Vacinar é proteger, é cuidar, é amar. Vacinas para toda a família.

A vacinação é a melhor forma de prevenir doenças. É um ato de amor.As vacinas que fazem parte do calendário vacinal do Ministério da Saúde são realizadas nas unidades do SESI de Criciúma, Orleans, Tubarão, Blumenau e Brusque.

Entre em contato com as unidades para agendar o atendimento.

  • Empatia e atenção no atendimento;
  • Tradição e confiança do SESI Santa Catarina no atendimento à comunidade e aos trabalhadores da indústria;
  • Preços especiais para as famílias de trabalhadores da indústria.

Vacina inativada que protege contra Difteria, Tétano e Coqueluche, administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • Reforço para crianças a partir de 3 anos, adolescentes e adultos.
  • Gestantes.
  • Todas as pessoas que convivem com crianças menores de 2 anos (familiares, cuidadores, profissionais da saúde, etc.).

Contraindicação:

  • Pessoas que tiveram anafilaxia ou sintomas neurológicos provocados por algum componente da vacina ou após a aplicação de dose anterior.

Possíveis reações adversas:

  • Em crianças de até 9 anos: irritabilidade, sonolência, reações no local da aplicação (dor, vermelhidão e inchaço) cansaço, falta de apetite, dor de cabeça, diarreia, vômito e febre.
  • Em crianças a partir de 10 anos, adolescentes e adultos: dor de cabeça, reações no local da aplicação (dor, vermelhidão e inchaço), cansaço e mal-estar, tontura, náusea, distúrbios gastrintestinais, febre, nódulo ou abscesso estéril (sem infecção) no local da aplicação.
  • Reações incomuns: sintomas respiratórios, faringite, aumento dos gânglios linfáticos, síncope (desmaio), tosse, diarreia, vômito, transpiração aumentada, coceira, erupção na pele, dor articular e muscular e febre acima de 39°C.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de doença aguda com febre alta, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Para reduzir a possibilidade de uma reação local intensa é importante observar o intervalo de dez anos após a aplicação da última dose da vacina.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina inativada que protege contra Difteria, Tétano, Coqueluche e Poliomielite, administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • Reforço para crianças a partir de 3 anos, adolescentes e adultos.
  • Pode substituir as formulações infantis da vacina tríplice bacteriana (DTPa e suas combinações) no reforço de 4 a 5 anos de idade.
  • Para adolescentes e adultos, pode substituir a vacina dTpa e é a alternativa para viajantes com destinos às áreas de risco para poliomielite.
  • Para gestantes, pode substituir a dTpa na indisponibilidade desta vacina ou quando se trata de gestante viajante para área de risco para a poliomielite.

Contraindicação:

  • Pessoas que apresentaram anafilaxia após uso de componentes da vacina ou dose anterior.

Possíveis reações adversas:

  • Em crianças: sonolência e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão e inchaço), perda de apetite, irritabilidade, dor de cabeça e febre acima de 37,5°C.
  • Em adolescentes e adultos: dor de cabeça, reações no local da aplicação (dor, vermelhidão e inchaço), cansaço, distúrbios gastrintestinais, febre acima de 37,5°C, hematoma no local da aplicação.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de doença aguda com febre alta, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina acelular combinada que protege contra Difteria, Tétano, Coqueluche, Meningite por Haemophilus influenzae do tipo B, Poliomielite e Hepatite B. (DTPa-VIP-HB/Hib), administrada por via intramuscular.

A composição inclui lactose, que é o açúcar contido no leite e derivados.

Observação: Pessoas que têm deficiência da enzima que digere este açúcar apresentam “intolerância à lactose”, o que pode provocar diarreia, vômitos e inchaço abdominal. O que é diferente de alergia ao leite, condição que pode desencadear reações alérgicas que podem ser tão graves quanto a anafilaxia. É importante ressaltar que a lactose presente nas vacinas não é capaz de causar os sintomas, já que não é ingerida e, portanto, não precisa ser digerida

Indicação:

  • Crianças de 2 meses aos 7 anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de imunizações- SBIm.

Contraindicação:

  • Maiores de 7 anos.
  • Crianças que apresentaram encefalopatia nos sete dias seguintes à aplicação anterior de vacina contendo componente pertussis.
  • Anafilaxia a qualquer componente da vacina.

Possíveis reações adversas:

  • Reações comuns: no local da aplicação (vermelhidão, dor, inchaço), febre maior que 38°C, perda de apetite, vômito, irritabilidade, choro persistente e sonolência.
  • Os eventos adversos e a frequência com que ocorrem devem-se principalmente ao componente pertussis. As reações locais foram significativamente menores quando comparadas com a vacina combinada contra pertussis de células inteiras (DTPw), disponível nas Unidades Básicas de Saúde.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de doença aguda com febre alta a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina combinada acelular (DTPa-VIP/Hib) que inclui a tríplice bacteriana acelular (DTPa), a poliomielite inativada (VIP) e a Haemophilus influenzae tipo b (Hib), administrada por via intramuscular.

A composição inclui lactose, que é o açúcar contido no leite e derivados.

Observação: Pessoas que têm deficiência da enzima que digere este açúcar apresentam “intolerância à lactose”, o que pode provocar diarreia, vômitos e inchaço abdominal. O que é diferente de alergia ao leite, condição que pode desencadear reações alérgicas que podem ser tão graves quanto a anafilaxia. É importante ressaltar que a lactose presente em algumas vacinas não é capaz de causar os sintomas, já que não é ingerida e, portanto, não precisa ser digerida

Indicação:

  • Crianças de 2 meses aos 7 anos, conforme recomendação da Sociedade Brasileira de imunizações- SBIm.

Contraindicação:

  • Maiores de 7 anos.
  • Crianças que apresentaram encefalopatia nos sete dias seguintes à aplicação anterior de vacina contendo componente pertussis.
  • Anafilaxia a qualquer componente da vacina.

Possíveis reações adversas:

  • Os eventos adversos e a frequência com que ocorrem devem-se principalmente ao componente pertussis. As reações locais foram significativamente menores quando comparadas com a vacina combinada contra pertussis de células inteiras (DTPw), disponível nas Unidades Básicas de Saúde.
  • Reações comuns: no local da aplicação (vermelhidão, dor, inchaço), febre maior que 38°C, perda de apetite, vômito, irritabilidade, choro persistente e sonolência.
  • Reações raras: vermelhidão generalizada da pele (rash), reações alérgicas mais graves, bronquite, convulsões (com ou sem febre), dermatite, urticária, episódio hipotônico-hiporresponsivo (reação geralmente precedida por irritabilidade e caracterizada por palidez, perda do tônus muscular e perda da consciência. Apesar de angustiante, melhora sem deixar sequelas e não possui tendência a repetição em próximas doses).

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de doença aguda com febre alta a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina elaborada a partir de vírus vivo atenuado, cultivado em ovo de galinha, administrada por via subcutânea.

Indicação:

  • A partir de 9 meses de idade

Contraindicação:

  • Crianças abaixo de 6 meses de idade.
  • Indivíduos infectados pelo HIV, sintomáticos e com imunossupressão grave comprovada por exame de laboratório.
  • Pessoas com imunodepressão grave por doença ou uso de medicação.
  • Pacientes que tenham apresentado doença neurológica desmielinizante no período de seis semanas após a aplicação de dose anterior da vacina.
  • Gestantes, salvo em situações de alto risco de infecção, o que deve ser avaliado pelo médico.
  • Mulheres amamentando bebês com até 6 meses. Se a vacinação não puder ser evitada, suspender o aleitamento materno por 10 dias. Procure o pediatra para mais orientações.
  • Pacientes submetidos a transplante de órgãos.
  • Pacientes com câncer.
  • Pessoas com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina bovina ou outras).
  • Pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica).

Outros grupos com precaução para vacinação:

Em situações de aumento das chances de infecção pelo vírus selvagem da febre amarela, a vacinação pode ser recomendada para pessoas com algumas condições clínicas que inicialmente seriam consideradas contraindicação. Cabe a(o) médico(a) avaliar a relação risco-benefício.

  • Indivíduos a partir de 60 anos não previamente vacinados: embora raro, há risco aumentado de eventos adversos graves na primovacinação nesta faixa etária.
  • Pessoas vivendo com HIV/Aids, assintomáticas e que apresentem o LT-CD4 ≥ 350 células/mm3. Poderá ser utilizado o último exame de LT-CD4 (independentemente da data), desde que a carga viral atual (menos de seis meses) se mantenha indetectável.
  • Pessoas após término de tratamento com quimioterapia (venosa ou oral) e sem previsão de novo ciclo: administrar a vacina após três meses do término da quimioterapia.
  • Pessoas que fizeram uso de medicamento anticélulas B e Fludarabina: aguardar seis meses de intervalo.
  • Pessoas submetidas a transplante de células tronco hematopoiéticas: administrar a vacina a partir de 24 meses após o transplante se não houver doença do enxerto versus hospedeiro e/ou recaída da doença de base e/ou uso de imunossupressor.
  • Síndrome Mieloproliferativa Crônica: administrar a vacina se padrão laboratorial for estável e com neutrófilos acima de 1500 céls/mm³.
  • Síndrome Linfoproliferativa: administrar a vacina três meses após o término da quimioterapia (exceto no caso de uso de medicamento anti-células B, quando o intervalo deve ser de seis meses).
  • A administração da vacina em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico ou outras doenças autoimunes deve ser avaliada com cuidado, pois pode haver imunossupressão nesses pacientes.
  • Doenças hematológicas:
    • Hemofilia e doenças hemorrágicas hereditárias: administrar a vacina conforme orientação do Calendário Nacional de Vacinação. Recomenda-se o uso de compressas frias antes e depois da aplicação da vacina.
    • Doença Falciforme: sem uso de hidroxiureia: administrar a vacina conforme o Calendário Nacional de Vacinação; em uso de hidroxiureia: administrar a vacina somente se contagem de neutrófilos acima de 1500 céls/mm³.

Possíveis reações adversas:

  • Reações comuns na primeira aplicação: febre, dor de cabeça e muscular.
  • Dor na área de aplicação pode ocorrer em adultos.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • Para crianças até 2 anos de idade, não aplicar simultaneamente com a vacina tríplice viral e aguardar intervalo mínimo de 30 dias entre as duas vacinas.
  • Todo e qualquer evento adverso grave e/ou inesperado deve ser notificado às autoridades de Saúde.

Atenção viajantes!

A vacina deve ser realizada para destinos nacionais ou internacionais como África do Sul, Ilhas Fuji, Tailândia e áreas de risco ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação, consulte a lista.

A Febre Amarela é comum no Brasil, sendo assim, muitos países exigem a comprovação da vacinação aos viajantes brasileiros.

Confira se o seu destino internacional exige, caso seja necessário, deverá solicitar o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia (CIVP). Para obter o documento é necessário procurar os serviços públicos ou privados habilitados ou acessar o site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para emissão online. Clique aqui para mais informações ou por meio do telefone 0800-642-9782.

Quando há contraindição para a vacinação, o médico(a) poderá emitir o certificado de isenção da vacinação contra febre amarela com a justificativa da isenção. Para informações sobre como obter este certificado, clique aqui.

Vacina inativada que previne infecções causadas pelo vírus influenza, administrada por via intramuscular. É formada por diferentes cepas do vírus definidas ano a ano conforme orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). As cepas vacinais são cultivadas em ovos embrionados de galinha e, por isso, as vacinas contêm traços de proteínas do ovo.

Indicação:

  • Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

Contraindicação:

  • Pessoas com alergia grave (anafilaxia) a algum componente da vacina ou a dose anterior.

Possíveis reações adversas:

  • Reações locais leves que desaparecem em até 48 horas: dor, vermelhidão e endurecimento.
  • Febre, mal-estar e dor muscular leves com início de 6 a 12 horas após a vacinação e persistem por um a dois dias, sendo mais comuns na primeira vez em que tomam a vacina.
  • Reações anafiláticas são raríssimas.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Pessoas com história de alergia grave ao ovo de galinha, com sinais de anafilaxia, devem receber vacina em ambiente com condições de atendimento de reações anafiláticas e permanecer em observação por pelo menos 30 minutos.
  • No caso de histórico de síndrome de Guillain-Barré (SGB), até 6 semanas após a dose anterior da vacina, recomenda-se avaliação médica criteriosa sobre o risco-benefício antes de administrar nova dose.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais que 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina inativada, que previne infecção pelo vírus que causa hepatite A, administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • A partir dos 12 meses de idade.

Contraindicação:

  • Pessoas que tiveram reação anafilática a algum componente da vacina ou a dose anterior.

Possíveis reações adversas:

  • Irritabilidade, dor de cabeça, cansaço, dor e vermelhidão no local da aplicação, perda de apetite, sonolência, diarreia, náusea, vômito, inchaço, mal-estar, febre baixa, endurecimento no local da aplicação.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de doença aguda com febre alta, a vacinação deve ser adiada até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode ser usada medicação para dor, sob prescrição médica.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina inativada que previne infecção no fígado causada pelo vírus da hepatite B, administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • Faz parte da rotina de vacinação das crianças, devendo ser aplicada, de preferência, nas primeiras 12-24 horas após o nascimento
  • Todas as faixas etárias

Contraindicação:

  • Pessoas que apresentaram anafilaxia com qualquer componente da vacina ou com dose anterior. Ou nas que desenvolveram púrpura trombocitopênica após dose anterior de vacina com componente hepatite B.

Possíveis reações adversas:

  • Febre bem tolerada e autolimitada nas primeiras 24 horas após a aplicação, cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade, desconforto gastrintestinal, dor no local da aplicação; endurecimento, inchaço e vermelhidão.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Reações adversas graves ou persistentes, que se prolongam por mais que 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina inativada combinada que previne as infecções no fígado (hepatites) causadas pelos vírus A e B, administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • A partir do 1º ano de idade

Contraindicação:

  • Pessoas que apresentaram anafilaxia com qualquer componente da vacina ou com dose anterior. Ou pessoas que desenvolveram púrpura trombocitopênica após dose anterior de vacina com componente hepatite B.

Possíveis reações adversas:

  • Reações no local da aplicação, como vermelhidão, inchaço e dor intensa.
  • Febre, dor de cabeça, mal-estar, cansaço, náusea e vômito.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Reações graves ou persistentes, que se prolongam por mais que 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Protege contra uma doença conhecida popularmente como “cobreiro” e suas complicações, como a neuropatia pós-herpética, que causa crônica, prolongada e de difícil controle. Tanto a Herpes Zóster quanto a varicela (catapora) são causadas pelo vírus Varicela-Zóster. É administrada por via subcutânea.

Indicação:

  • Pessoas com 50 anos ou mais
  • Vacina de rotina para maiores de 60 anos

Contraindicação:

  • Pessoas imunodeprimidas.
  • Alergia grave (anafilaxia) a algum dos componentes da vacina.
  • Pessoas com tuberculose ativa não tratada.
  • Gestantes.

Possíveis reações adversas:

  • Em geral, são manifestações de leves a moderadas: coceira, vermelhidão, inchaço, dor, febre, diarreia, alterações na pele e cansaço.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Adiar a vacinação em caso de doença febril aguda.
  • A vacinação de pessoas portadoras do vírus HIV deve ser avaliada por médico, que pode prescrevê-la se não houver comprometimento do sistema imunológico.
  • No caso de pacientes que já tiveram herpes zóster oftálmico, ainda não existem dados suficientes para indicar ou contraindicar a vacina.
  • Após quadro de herpes zóster, é preciso aguardar um ano para aplicar a vacina.
  • Até o momento não foi observada transmissão do vírus vacinal e doença (varicela) a partir de indivíduos que receberam a vacina varicela zóster.

Vacina inativada que previne contra doenças causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b, principalmente meningite, administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • Dos 2 meses aos 5 anos de idade
  • Crianças com mais de 5 anos, adolescentes e adultos com condições médicas que aumentam o risco para doenças por Hib: ausência de baço ou disfunção nesse órgão; antes e/ou após transplante de órgão ou medula óssea; após quimioterapia; entre outras.

Contraindicação:

  • Pessoas que apresentaram anafilaxia provocada por qualquer componente da vacina ou por dose anterior.

Possíveis reações adversas:

  • Pode ocorrer dor no local da aplicação, inchaço, endurecimento e vermelhidão;
  • Febre nas primeiras 24 horas, cansaço, tontura, dor de cabeça, irritabilidade e desconforto gastrintestinal leve.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos, pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina inativada que previne contra alguns vírus muito comuns que causam infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 6,11,16,18. Também previne o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma). É administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos, o mais precocemente possível. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico.

Contraindicação:

  • Gestantes e pessoas que apresentaram anafilaxia após receber uma dose da vacina ou a algum de seus componentes.

Possíveis reações adversas:

  • Manifestações no local da aplicação (dor, vermelhidão e inchaço), manifestações alérgicas (urticária e prurido), manifestações gerais como náuseas, vômitos e dor de cabeça.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Antes da vacinação, é preciso questionar a mulher sobre a possibilidade de gravidez. Contudo, se a vacina for aplicada sem que se saiba da gravidez, nenhuma intervenção se faz necessária.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Reações adversas graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina inativada que previne Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B, administrada via intramuscular.

Indicação:

  • Crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm).
  • Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico.
  • Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.
  • Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

Contraindicação:

  • Pessoas que tiveram anafilaxia após uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Possíveis reações adversas:

  • Em crianças menores de 2 anos: febre alta com duração de 24 a 28 horas. Quando a vacina é aplicada junto com a Hexavalente, a febre é mais frequente, por isso é preferível não as aplicar no mesmo dia.
  • Em crianças até 10 anos: perda de apetite; sonolência; choro persistente; irritabilidade; diarreia, vômitos; erupções na pele; sensibilidade no local da aplicação e ao movimentar o membro onde foi aplicada a vacina, reações locais (dor, calor, vermelhidão, inchaço), urticária e outras reações alérgicas.
  • Com mais de 11 anos: cefaleia; náuseas; dor nos músculos e articulações; mal-estar e reações locais, como inchaço, endurecimento, vermelhidão e dor. A dor pode ser muito intensa, atrapalhando a realização das atividades cotidianas.
  • Reações alérgicas graves não foram verificadas durante os estudos com a vacina.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
  • Evitar aplicação simultânea com as vacinas tríplice bacteriana, pneumocócica conjugada, Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite e hepatite B, para reduzir chance de febre alta após a vacinação.
  • Pode ser aplicada no mesmo momento em que as vacinas meningocócicas ACWY ou C.

Vacina inativada que previne Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A C, W e Y, administrada por via intramuscular.

Indicação:

  • Para adultos e idosos com condições que aumentem o risco para a doença meningocócica ou de acordo com a situação epidemiológica.
  • Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

Contraindicação:

  • Pessoas que tiveram anafilaxia após o uso de algum componente da vacina ou após dose anterior.

Possíveis reações adversas:

  • Inchaço, endurecimento, dor e vermelhidão no local da aplicação, perda de apetite, irritabilidade, sonolência, dor de cabeça, febre, calafrios, cansaço, e dor muscular, sintomas gastrintestinais (incluindo diarreia, vômito e náusea),.
  • Adultos: inchaço extenso no membro em que foi aplicada a vacina, com frequência associado à vermelhidão, algumas vezes envolvendo a articulação próxima ou inchaço de todo o membro.
  • As reações desaparecem em até 72 horas.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos pode-se usar medicação para dor, sob recomendação médica.
  • Sintomas de eventos adversos persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.
  • Pode ser aplicada no mesmo momento em que a vacina meningocócica B.

Vacina inativada que previne infecções causadas por Doenças causadas por 23 tipos de pneumococos.

Indicação:

  • Crianças a partir de 2 anos, adolescentes e adultos que tenham algum problema de saúde que aumenta o risco para doença pneumocócica (diabetes, doenças cardíacas e respiratórias graves; sem baço ou com o funcionamento comprometido desse órgão; com problemas de imunidade, entre outras condições).
  • A partir dos 60 anos, como vacina de rotina

Observação: Não é recomendada como rotina para crianças, adolescentes e adultos saudáveis.

Contraindicação:

  • Crianças, adolescentes e adultos que apresentaram anafilaxia causada por algum componente ou dose anterior da vacina.

Possíveis reações adversas:

  • Dor no local da aplicação, inchaço ou endurecimento, vermelhidão, dor de cabeça, cansaço e dor muscular.
  • Reações locais mais intensas, com inchaço de todo braço, chegando até o cotovelo, hematoma e manchas vermelhas podem ocorrer.
  • Todas as reações adversas são mais frequentes após revacinação em intervalos curtos em relação a doses anteriores. Acredita-se que estejam relacionadas com a presença de grande quantidade de anticorpos no organismo.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Vacina inativada que previne cerca de 90% das doenças graves (pneumonia, meningite, otite) em crianças, causadas por 13 sorotipos de pneumococos.

Indicação:

  • Crianças a partir de 2 meses e menores de 6 anos de idade.
  • Para crianças a partir de 6 anos, adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.
  • Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

Contraindicação:

  • Crianças que apresentaram anafilaxia após usar algum componente da vacina ou após dose anterior da vacina.

Possíveis reações adversas:

  • Diminuição do apetite, irritabilidade, sonolência ou sono inquieto, febre e reações no local da aplicação (dor, vermelhidão, inchaço ou endurecimento), diarreia, vômitos, erupção cutânea, febre acima de 39°C, choro persistente, convulsões, urticária, reação local intensa.
  • Em adultos: diminuição do apetite, dor de cabeça, diarreia, erupção cutânea, dor nas articulações, dor muscular, calafrios, cansaço e reações locais (endurecimento, inchaço, dor, limitação do movimento do braço), ocorrem vômitos e febre, náusea, alergia grave, gânglios no braço vacinado.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Recomenda-se evitar o uso profilático (sem a ocorrência de febre) de antitérmicos e anti-inflamatórios antes e nas 24 horas que seguem a vacinação.
  • Sintomas de eventos adversos graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigados para verificação de outras causas.

Vacina composta por cinco tipos de rotavírus vivos “enfraquecidos”, administrada por via oral.

Indicação:

  • Bebês de 6 semanas até 7 meses e 29 dias. A primeira dose deve ser obrigatoriamente aplicada até a idade de 3 meses e 15 dias, e a última dose até os 7 meses e 29 dias.

Contraindicação:

  • Crianças fora da faixa etária da indicação, com deficiências imunológicas por doença ou uso de medicamentos que causam imunossupressão, com alergia grave (urticária disseminada, dificuldade respiratória e choque anafilático) provocada por algum dos componentes da vacina ou por dose anterior da mesma; e com doença do aparelho gastrintestinal ou história prévia de invaginação intestinal.

Possíveis reações adversas:

  • Reações muito comuns: febre, vômito, diarreia, irritabilidade.
  • Reações comuns: otite, faringite.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Adiar a vacinação em bebês com febre moderada a alta (acima de 38⁰C) ou diarreia intensa, até que ocorra a melhora desses sintomas. Não há problema se a febre for baixa ou a diarreia de leve intensidade, sem provocar desidratação.
  • Bebês de mães portadoras do vírus HIV podem ser vacinados se não tiverem sinais de deficiência imunológica.
  • Não há problema em vacinar bebês que convivem com pessoas com deficiência imunológica.
  • Não é preciso dar outra dose se o bebê golfar ou regurgitar após tomar a vacina.
  • Não há recomendação para cuidados especiais com as fraldas após a vacinação, além da habitual lavagem adequada das mãos.
  • Reações adversas graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina combinada composta por “vírus enfraquecidos” que previne Sarampo, Caxumba e Rubéola, administrada por via subcutânea.

Indicação:

  • Crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Contraindicação:

  • Gestantes, pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação, história de anafilaxia após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente.
  • A maioria das crianças com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação ao uso da vacina tríplice viral.

Muitos estudos demonstram que pessoas com alergia ao ovo, mesmo aquelas com alergia grave, têm risco insignificante de reações anafiláticas. Teste cutâneo não é recomendado, pois não consegue prever se a reação acontecerá. No entanto, é recomendado que estas crianças, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

Possíveis reações adversas:

  • As reações locais: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo.
  • Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração. Algumas crianças podem apresentar convulsão febril, sem consequências graves.
  • Dor de cabeça, irritabilidade, febre baixa, lacrimejamento e vermelhidão dos olhos e coriza cinco a 12 dias após a vacinação. Manchas vermelhas no corpo, sete a 14 dias após a vacinação, com permanência em torno de dois dias.
  • A anafilaxia é muito rara e ocorre quase sempre nos primeiros 30 minutos depois de administrada a vacina. Nesse caso, contraindicam-se doses subsequentes.
  • Todos estes sintomas gerais ocorrem principalmente após a primeira dose da vacina.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Pessoas que usaram medicamentos imunossupressores devem ser vacinadas pelo menos um mês após a suspensão do uso do medicamento, de acordo com critério médico.
  • Pessoas em uso de quimioterápicos contra câncer, ou outro medicamento que cause imunossupressão, só podem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento, de acordo com critério médico.
  • Pessoas que receberam transplante de medula óssea só podem ser vacinadas de 12 a 24 meses após a cirurgia.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Reações adversas graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser notificadas ao serviço que realizou a vacinação e investigadas para verificação de outras causas.

Vacina combinada composta por “vírus enfraquecidos” que previne Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela, administrada via subcutânea.

Indicação:

  • Crianças e adolescentes com menos de 12 anos em substituição às vacinas tríplice viral (SCR) e varicela, quando a aplicação destas duas for coincidente.

Contraindicação:

  • Gestantes, pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação, história de anafilaxia após aplicação de dose anterior da vacina ou a algum componente.
  • A maioria das crianças com história de reação anafilática a ovo não tem reações adversas à vacina e, mesmo quando a reação é grave, não há contraindicação ao uso da vacina tríplice viral.
  • Muitos estudos demonstram que pessoas com alergia ao ovo, mesmo aquelas com alergia grave, têm risco insignificante de reações anafiláticas. Teste cutâneo não é recomendado, pois não consegue prever se a reação acontecerá. No entanto, é recomendado que estas crianças, por precaução, sejam vacinadas em ambiente hospitalar ou outro que ofereça condições de atendimento de anafilaxia.

Possíveis reações adversas:

  • Após a primeira dose, têm risco de apresentar febre. Esse risco diminui quando a aplicação das vacinas acontece de maneira separada. O risco de convulsão febril é discretamente mais alto após a primeira dose, quando é feita com a vacina SCR-V, em comparação com as vacinas separadas. Na segunda dose de SCR-V, essas diferenças não acontecem e a quantidade de eventos adversos é a mesma após a vacinação com uma ou outra apresentação.
  • Erupções na pele semelhantes às do sarampo de cinco a 12 dias após a vacinação e desaparecem em poucos dias sem deixar sequelas.
  • As reações locais incluem: ardência, vermelhidão, dor e formação de nódulo.
  • Febre alta (maior que 39,5⁰C), que surge de cinco a 12 dias após a vacinação, com um a cinco dias de duração, pode ocorrer. Nesse caso, crianças predispostas podem apresentar convulsão febril, sem consequências.
  • Dor de cabeça, irritabilidade, febre baixa, lacrimejamento e vermelhidão dos olhos e coriza, de cinco a 12 dias após a vacinação.
  • Manchas vermelhas no corpo, sete a 14 dias após a vacinação, durando em torno de dois dias.
  • A anafilaxia é muito rara e ocorre com mais frequência nos primeiros 30 minutos, o que contraindica doses subsequentes.
  • Todos estes sintomas gerais ocorrem principalmente após a primeira dose da vacina.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • As crianças que usaram medicamentos imunossupressores podem ser vacinadas pelo menos um mês após a suspensão do tratamento, a critério médico.
  • Crianças em uso de quimioterapia para tratar o câncer só podem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento, a critério médico.
  • Crianças que receberam transplante de medula óssea só podem ser vacinadas de 12 a 24 meses após o procedimento.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Reações adversas graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser notificadas ao serviço que realizou a vacinação e investigadas para verificação de outras causas.

Vacina composta por “vírus enfraquecidos”, que previne contra Varicela (catapora), administrada por via subcutânea.

Indicação:

  • É recomendada de rotina para crianças a partir de 12 meses (excepcionalmente, em situações de surto, por exemplo, também para crianças menores, a partir de 9 meses).
  • Todas as crianças, adolescentes e adultos suscetíveis (que não tiveram catapora) devem ser vacinados.

Contraindicação:

  • Pessoas que tiveram anafilaxia causada por qualquer dos componentes da vacina ou após dose anterior.
  • Gestantes.
  • Pessoas com deficiência do sistema imunológico, seja por doença ou tratamento imunossupressor, devem ser consultadas por um médico para a indicação, pois muitas vezes os danos causados pelo adoecimento são maiores que os risco oferecido pela vacina.

Possíveis reações adversas:

  • Imunodeprimidos podem apresentar eventos adversos mais intensos, embora raramente graves.
  • Dor no local da aplicação, vermelhidão. Podem ser observadas vesículas próximas ao local da aplicação.
  • Exantema pelo corpo, semelhante às lesões causadas pela varicela, com duas a cinco lesões aparecendo entre cinco e 26 dias após a vacinação. Já as lesões que surgem duas ou mais semanas após a aplicação da vacina são indicativas da doença provocada pelo vírus varicela zóster que foi adquirido antes da vacinação e ficou incubado.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • As crianças que usaram medicamentos imunossupressores podem ser vacinadas pelo menos um mês após a suspensão do tratamento, a critério médico.
  • Crianças em uso de quimioterapia para tratar o câncer só podem ser vacinadas três meses após a suspensão do tratamento, a critério médico.
  • Crianças que receberam transplante de medula óssea só podem ser vacinadas de 12 a 24 meses após o procedimento.
  • Qualquer sintoma grave e/ou inesperado após a vacinação deve ser notificado ao serviço que a realizou.
  • Em caso de febre, deve-se adiar a vacinação até que ocorra a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação.
  • Reações adversas graves ou persistentes, que se prolongam por mais de 24 a 72 horas (dependendo do sintoma) devem ser investigadas para verificação de outras causas.

Vacina inativada que previne a Febre tifoide.

Indicação:

  • Crianças a partir de 2 anos de idade, adolescentes e adultos que viajam para áreas de alta incidência da doença, em situações específicas de longa permanência e após análise médica criteriosa.
  • Profissionais que lidam com águas contaminadas e dejetos.

Contraindicação:

  • Reação alérgica grave conhecida a qualquer um dos componentes da vacina.

Possíveis reações adversas:

A vacina febre tifoide causa poucas reações, sendo as mais frequentes

  • Dor, vermelhidão, inchaço no local da aplicação
  • Outras possíveis reações: febre, dor de cabeça, mal-estar, náuseas e coceira.

Cuidados antes, durante e após a vacinação:

  • Em caso de febre recomenda-se adiar a vacinação até a melhora.
  • Compressas frias aliviam a reação no local da aplicação. Em casos mais intensos, pode ser usada medicação para dor, sob recomendação médica.
  • Reações adversas persistentes, que se prolongam por mais de 72 horas (dependendo do sintoma), devem ser investigadas para verificação de outras causas.

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